O dia amanhecendo com cara de tempo ruim. Será que deveria ter ficado na cama?

O tempo piorando...

No final da descida de Imigrantes, um pingo de esperança de que o tempo poderia melhorar:

Quase sete e meia, Wagner impaciente já me liga: "Onde tu tá?" Parei num supermercado para tirar água do joelho e aproveitei para tomar um cafezinho com pão de queijo. De lá fomos para a "Gruta de não sei o que", um costão com cara de muito peixe, mas o tempo parecia que ia chover e muito... ou não?
Olhando para direita, parecia que o sol ia aparecer:

Mas, olhando para esquerda, parecia que ia chover e muito:

Se chover, seria muito perigoso pescar nas pedras: escoregão seria uma queda de uns 20 metros. Resolvemos ir para a boca do rio Itanhaem. O céu encoberto, ventando muito, mar correndo. Uma meia dúzia de pescadores, alguns já recolhendo suas tralhas, com cara de desânimo. Olhando para o mar, parecia que havia um lagamar uns 50 metros a esquerda dos pescadores e resolvemos nos posicionar por lá. Tentei tirar uma foto panorâmica, mas a bateria da câmara estava sem carga. Ainda bem que o Wagner trouxe dele
Armamos as varas e começamos a pescar por volta das 8:30 e ficamos até 12:30, entre muita ventania, garoa e pancada de chuva, além do mar super-agitado.

Cara de chuva...

Depois da chuva:

Arremesso com esperança de um peixinho pelo menos:
Finalmente o céu abriu e sol apareceu, mas a ventania continua. Reparem no saco plástico.

Wagner com seu pampinho:

Esse foi fisgado no beicinho:

Entre umas 9 e 10 horas, a pescaria foi bem produtiva com um pampo atraz do outro, mas depois, deu uma calmaria geral. 12:30 caiu uma pancada de chuva que nos obrigou a retirar do local. Aproveitando fomos almoçar na "Casa Amarela", onde fomos muito bem recepcionados pelo Sr. Milton, o proprietário.
Cameras antigas que ainda funcionam, segundo Sr. Milton. E as cachaças.


Abridorzinhos de garrafa.

Depois fomos para o pier e ficamos pinchando com iscas artificiais e iscas naturais, com pouquíssimas ações.



Um puxão na vara de espera e o que veio: metade de um bagre. Que peixe teria comido metade do bagre?

Saldo do dia:

Pelo jeito, este anos teremos muitos pampos. Pampões no nordeste e pampinhos por aqui.
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